brazilyellowpages.com

Google
 

[Under Construction]

HOME PAGE - FORMULA 1 DRIVERS LISTINGS

AUTOMOBILISMO BRASILEIRO

RACE WINNERS

FORMULA 1 MANUFACTURERS

FORMULA 1 DRIVERS PER NATIONALITY

BRAZILIAN PRODUCTS

HAVAIANAS

ENCICLOPÉDIA DE AUTOMOBILISMO BRASILEIRO

MORTGAGES

RACING NEWS

BRAZILIAN MUSIC

FLORIDA

MEDICAL INFORMATION

COFFEE

INTERNET DOMAINS

REAL ESTATE

BRAZILIAN EXPORTERS

BRAZILIAN IMPORTERS

TRANSLATIONS

MEXICAN IMPORTERS

AMERICAN IMPORTERS

PERSONAL FINANCING

CREDIT

TRAVEL

IMMIGRATION

INTERNET

PORTUGUESE BUSINESS DICTIONARY

VENCEDORES DE CORRIDAS NO BRASIL

CAMPEÕES BRASILEIROS DE AUTOMOBILISMO

blog

 

BRAZILIAN PRODUCTS

TRADUÇÕES JURAMENTADAS

PASSAGENS

MEDICAL INFORMATION

IMPORTERS

INTERNET

JOBS

WEB HOSTING

CIFRAS MUSICAIS

REAL ESTATE

ARTICLES

COFFEE

MORTGAGES

AUTO RACING

RECEITAS

EXPORTERS

PERSONAL FINANCE

CREDIT ISSUES

 TRAVEL

ARTIGOS

CRÔNICAS

FUTEBOL

BRASILEIROS NA FORMULA 1 

1973

Se até o começo de 1972 ficava claro que Emerson Fittipaldi seria o primeiro piloto brasileiro de expressão no cenário mundial, no fim do ano já se questionava se não era o melhor do mundo. De fato, sua performance em 1972 foi brilhante, e somente Jackie Stewart chegou a perturbá-lo um pouco. Assim Emerson começou o ano de 1973 “por cima da cocada”, e o Brasil com três representantes na F-1: além de Emerson, seu irmão Wilson Jr. na Brabham, e José Carlos Pace na Surtees.

 

O ano não poderia começar melhor para Emerson: nas quatro primeiras corridas, ganhou três e chegou em 3° na outra. Ganhou na Argentina, e mais importante, ganhou a primeira edição do GP do Brasil válida para o campeonato Mundial. Emerson tornara-se um herói nacional, no molde de Pelé, e mais de 100.000 pessoas comemoraram a sua vitória em Interlagos como se o Brasil tivesse ganho uma Copa do Mundo. Para os brasileiros, era uma novidade. A F-1 era, já na época, o esporte mais tecnológico do mundo, e não um mero jogo que pode ser jogado por crianças até com bola de meias. Tal colocação caía como uma luva no ambiente do país, na era do “milagre econômico”, do país que vai para frente, ame-o ou deixe-o, etc., etc..

  Emerson em Monaco, 1973

Infelizmente, o automobilismo não é um esporte fácil.  Para piorar, Emerson agora tinha um companheiro de equipe do mesmo nível que o seu: Ronnie Peterson. A Lotus ainda perseverava com o modelo 72, carro que usava desde 1970, e depois de Monaco, as coisas ficaram más para Emerson. O Tyrrel 006 era um carro superior ao Lotus, e a McLaren lançara o modelo M23, que também ameaçava o já ultrapassado 72. Após o segundo lugar em Monaco, Emerson teve uma série de resultados ruins, inclusive um choque com o iniciante Jody Scheckter na França, quando ocupava o segundo lugar, culminando com um acidente nos treinos do GP da Holanda. Foi ali que Emerson perdeu qualquer chance de um bi-campeonato. Machucou seu pé, largou em 16°, e em Nurburgring (o pior lugar para correr machucado, com mais de uma centena de curvas por volta), só chegou em 6°. Ainda esboçou uma reação na Áustria, teve azar e quebrou quando liderava, quase no final da corrida. Chegou em 2° na Itália, mas teve que conceder o campeonato a Jackie Stewart. No Canadá, um confuso GP protagonizado com a primeira incursão de um pace-car (devido a outro acidente de Jody Scheckter!!!), muitos juram até hoje que Emerson ganhou: mas os livros de história dão a Peter Revson a vitória. Emerson acabou vice-campeão, e, sabiamente, trocou de equipe no fim do ano: iria para a McLaren.

 

Pace agradou em 1973: duas melhores voltas

Wilsinho marcou seus únicos pontos na F-1 em 1973

Os outros dois brasileiros tiveram atuações mais discretas, embora Pace tenha impressionado. Quase sempre andava entre os 6 primeiros, mas o Surtees não era páreo para as equipes de ponta. Ainda assim, Pace conseguiu a proeza de marcar voltas mais rápidas em dois GPs seguidos, inclusive no Nordschleife! Acabou o ano com 7 pontos, que não representaram todo o seu empenho durante o ano. Já Wilson Fittipaldi quase consegue um pódio em Monaco, pois ocupava a 3a. posição já na fase final da corrida. Acabou abandonando, mas marcou três pontos (seus únicos) com um sexto na Argentina e 5° na Alemanha. Seu companheiro Carlos Reutemann teve um desempenho muito superior, mas isso pouco importava para a carreira de Wilson. Este viria a surpreender o “establishment” da F-1, com o anúncio, no final do ano, de que construiria o primeiro F-1 brasileiro.     

Luis Pereira Bueno, um dos melhores pilotos brasileiros até hoje, com distinto currículo internacional, teve a oportunidade de participar de um único GP, com um fraco Surtees TS9 no GP do Brasil.  Conseguiu terminar a prova em 12o. lugar.

VOLTAR PARA BRASILEIROS NA FORMULA 1 CLIQUE AQUI

Send mail to carlosdepaula@mindspring.com with questions or comments about this web site.
Last modified: March 28, 2007