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BRASILEIROS NA FORMULA 1 1974 No
final de 1973 houve o primeiro choque do petróleo. Este, que até então
custava a base de 2 dólares o barril, teve o seu preço aumentado mais de cinco
vezes. Esse aumento teve reflexo no automobilismo mundial e brasileiro. Só a
F-1 não sentiu grandes efeitos da crise, e Emerson
Fittipaldi começou o ano cheio de esperanças. Estava na McLaren,
possivelmente o melhor carro da temporada passada, com farto patrocínio da
Marlboro e da Texaco. Jackie Stewart se aposentara, e a Lotus iria mais uma vez
usar o 72! A Tyrrel contaria com o rocambolesco Jody Scheckter e Patrick
Depailler (Cevert morrera no último GP do ano anterior), e Peter Revson
alinharia na fraca Shadow. Restava uma dúvida: a Ferrari, que tinha ido muito
mal no ano anterior. Emerson ganhou o GP do Brasil de 1974 com esta McLaren M23 De fato,
foi a Ferrari a maior pedra de tropeço no caminho de Emerson. Clay Reggazoni e
Niki Lauda geralmente eram mais rápidos do que Emerson nos treinos e nos inícios
das corridas, mas a Ferrari quebrou muito. Lauda ainda não era aquele piloto
“cerebral”, e cometia muitos erros, afoitamente. Mas Emerson acabou ganhando
o campeonato, com três vitórias, de uma forma muito diferente de 1972. Embora
naquela feita fosse o piloto mais rápido, e certamente dos mais arrojados, em
74 Emerson corria mais com a cabeça do que com o pé. Assim que, quando
liderava uma corrida, invariavelmente a ganhava. Outros pilotos, como Niki Lauda,
Ronnie Peterson e Carlos Reutemann obviamente eram mais rápidos do que Emerson.
No final de 1974 Moco já ira para a Brabham
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