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BRASILEIROS NA FORMULA 1 1977 O ano de 77 parecia começar bem para os brazucas. Quatro pilotos representavam o País na primeira prova do ano, mais do que qualquer outra nacionalidade. Pace começou o ano liderando na Argentina, Emerson marcou três pontos, e Ingo Hoffmann e Alex Dias Ribeiro fizeram o que podiam com seus carros. No Brasil, continuou a promessa: Emerson marcou pontos novamente, Pace esteve entre os primeiros, e Ingo chegou em 7°. Só Alex parecia ter um ano sombrio pela frente, pois o March parecia um carro completamente diferente do ano anterior, para pior. Bem pior. Em vez de melhorar, as coisas pioraram para os brasileiros. Para Pace, da pior forma possível. Depois de largar na primeira fila na África do Sul, Pace encontrou a morte em um acidente de avião, junto com o colega Marivaldo Fernandes, enquanto passeava no Brasil. Esse era o ano que mais prometia para Pace. Quanto a Emerson, o Copersucar marcou pontos em três das quatro primeiras provas, e depois disso, só voltou a marcar no GP da Holanda. O FD04 já estava ultrapassado, e sua resistência comprovada na América do Sul não valeu nada no resto do campeonato. E o F5, desenhado por David Baldwin, ex-projetista da Ensign, não era tão bom quanto o carro projetado para Morris Nunn. Outro ano perdido para Emerson. Ingo não passou da segunda etapa. A Copersucar caiu na real, e abandonou a idéia de correr com dois carros, mesmo que fosse em algumas corridas. A temporada de Alex Ribeiro foi pior ainda. Depois de ficar seis corridas sem nem se classificar para a largada. Alex finalmente terminou o GP da Alemanha. Em retrospectiva, ficou claro que Max Mosley não estava mais interessado em ter uma equipe de Fórmula 1, e que não tinha mínima intenção de proporcionar carros competitivos para Alex ou para Ian Scheckter. Assim, Alex queimou definitivamente seu cacife na Fórmula 1.
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